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Archive for abril \24\UTC 2008

A rede social on-line Orkut liberou para a justiça brasileira dados acerca de perfis que lidam com material relacionado à pornografia infantil, ato inédito do Google para este tipo de ação.

Em vários países do mundo, o respeito à privacidade de cada um é levado às últimas consequências (como na Alemanha, onde pelo o que entendo, isto jamais aconteceria).  A oportunidade de se transitar na internet na total obscurescência abre oportunidades para pessoas disseminarem material socialmente não aceito. Assim, Bin Laden exibe vídeos conclamando a população à guerra santa contra os americanos, pedófilos circulam seu materail e criam este mercado que chega a ser perigoso para quem realmente se preocupa com seus filhos.

Outro ponto contraditório é como criar uma regra geral, se uma pessoa pode hospedar seu material em servidores de outros países para fugir das leis de seu próprio país? Este assunto tem sido tratado como mais um meio que a polícia tem de quebrar o sigilo das pessoas em prol de um bem maior.

Quero privacidade, mas quero acima de tudo que não existam redes de pedofilia rodando por aí bem debaixo dos narizes de todos.

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Jornalismo?

Eu sempre li a revista Veja, praticamente o final de semana não era completo sem esta leitura. Ultimamente a revista tem derrapado feio em suas escancaradas posições políticas anti-PT e mesmo apelado ao sensacionalismo, possível fruto das quedas vertiginosas nos assinantes, conforme ouço dizer de pessoas que também a liam.

Pesa negativamente também “O Caso Veja”, exposto por Luís Nassif, que tomou as dores e escancarou um tanto desta questão do poder da Revista.

Eu não chegou ao radicalismo nem de um lado nem de outro, mas a edição de capa desta semana é digna de um case do jornalismo barato, que ilude as pessoas e faz supor que a revista possui uma posição firme e nova quando não tem. Ao brincar com o jogo de letras miúdas e a frase maior “FORAM ELES”, a Revista chama as pessoas de retardadas e pré-julga os suspeitos do crime.

A parte boa é que as pessoas esclarecidas estão cada vez mais entendendo isso. “Veja” logo vai virar uma revistinha destas panfletárias para as classes C e D. Bons os tempos que líamos informações mesmo: notícias, fatos.

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Além dos produtos nos supermercados, a tolerância também tem prazo de validade. Aprenda agora como não se dar mal quando o assunto é vencimento de produtos.

Um alimento vencido ou próximo do vencimento possui um risco muito grande de carregar consigo bactérias capazes de fazer uma pessoa que o consome passar mal, como a comum Staphylococcus aureus. Diarréia e vômitos são os sintomas mais comuns.

Até aí, tá fácil, basta tomar cuidado para não comprar ou usar um produto vencido. Além do cuidado que tomamos em casa, é preciso triplicar a atenção dentro dos supermercados. Neles, a regra é QUASE SEMPRE a de deixar os produtos com a validade mais próxima nas embalagens com mais fácil acesso. Isto é muito mais comum em produtos cuja validade é curta, como iogurtes, embutidos, queijos, requeijões e afins. Tomem, portanto, um especial cuidado ao pegar estes produtos e adotem também uma regra: COMPAREM SEMPRE A VALIDADE DAS EMBALAGENS DA FRENTE COM AS DE TRÁS, afinal numa relação de compra, é o interesse de cada um que conta.

Existem variações para melhor e para pior deste assunto: alguns supermercados agem de má fé e deixam mesmo produtos cuja validade é longa (e as pessoas no geral mal olham a embalagem) como única opção de compra, para desovar este lote antigo. Outros possuem a dignidade de avisar que o produto está próximo da validade, ou mesmo assumem isto fazendo promoções de preços, deixando por conta e risco do consumidor a compra, o que parece mais justo. Só vi isto em redes maiores como Carrefour ou Extra.

Pensei neste post pois fui a um supermercado daqui de Fortaleza, o Planeta (não possui site), e vi exatamente isto com latas de Creme de Leite da Nestlé, que vencerão daqui a 10 dias. Quase passei batido, pois normalmente estes produtos duram mais de um ano. Ainda que não vencido, o ideal é reclamar com o gerente. Não reclamar é deixar que outras pessoas sejam enganadas e eventualmente intoxicadas.

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