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Archive for fevereiro \12\UTC 2010

A-suco-ar

Eu já falei antes aqui sobre sucos, da dificuldade em se diferenciar o néctar do suco tropical do suco natural, do refresco.
Em tempos de industrialização, informações muito básicas ficam distantes dos consumidores. Há muito tempo, quando eu ainda era adolescente, eu não tinha muita distinção sobre o que era cada suco. Achava que o Ki-Suco era artificial, mas que o Tang era natural (o que nunca foi). Depois veio a informação que os sucos concentrados em garrafas, estes sim são naturais. Serão mesmo? Com uma recente lei de 2009, os sucos em caixas ganharam uma complicada padronização, já que além das diferenciações acima, cada fruta possui uma particularidade no que se refere ao “quanto de água” se acrescenta, por conta de cada sabor e concentração peculiares.
O grande vilão, no entanto, é o açúcar, sempre em exagero. Ainda não entendo porque os sucos no Brasil ou são com adoçante ou com açúcar? Seria o nosso consumidor tão preguiçoso assim?
Enquanto algumas marcas colocam 10 colheres (cheias) de sopa de açúcar por litro de suco, outras burlam a lei e não colocam a palavra ‘adoçado’ na embalagem. Vários corantes e conservantes nocivos ao desenvolvimento de crianças ainda são utilizados e nem sempre marcados nos rótulos.
No geral, um suco comercializado em caixinhas ou garrafinhas ‘mata’ a maior parte dos nutrientes e fibras presentes no suco da fruta e nem de longe podem substituir um suco feito na hora. Os sucos em polpa, apesar de também perderem um tanto em vitaminas, conservam mais um tanto de nutrientes. Apesar de muitos também já virem adoçados, é possível obter versões bem concentradas e sem açúcar.
Sempre que houver a opção, um suco natural feito da própria fruta é imbatível e faz a diferença no organismo e na saúde.
Agora.. se os sucos vendidos por aí já podem não ser muito bons ou por vezes ruins, preciso falar algo sobre refrigerantes?…

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