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Archive for the ‘respeito’ Category

Será mesmo igual? (fonte: http://www.esmaltesdaana.com)

Eu esperei muito: 13 anos! Uma aluna minha de violino apareceu um dia com uma caixinha de Tic Tac sabor canela (importado), que comprou numa lojinha do bairro da Liberdade (São Paulo), contendo apenas 2 tic tacs dentro. Provei e fiquei doido pra comprar também. Fui até a tal lojinha, mas não havia mais.. e nunca mais encontrei em nenhuma loja de importados.

Recentemente, a única referência que achei foi um twitter chamado tictaccanela que na verdade era um fã pedindo à Ferrero para distribuir o produto também no Brasil.

Para minha incrível surpresa, encontrei finalmente o produto, batizado aqui de “Loucos por canela”.  A incrível vontade fez eu devorar a primeira caixinha e fazer um estoque de tantas outras. Até que eu percebi com calma que a coisa não era bem assim… O tal sabor de canela que recordo naquele de 13 anos atrás era bem mais permanente e gostoso. Notei que este, na verdade, é apenas o tic tac de menta coberto por uma finíssima camada de canela, que dura apenas 10 segundos (sim, 10 segundos, façam o teste!). O tic tac fica branquinho em instantes, e o sabor de canela vai-se embora.
Então Ferrero, bola fora de vocês. Esperei um monte pra agora ter certeza que jamais haverá um tic tac de canela mesmo por aqui como o que imaginei haver.

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Esta eu peguei lá no Contraditorium, neste artigo.

É realmente chocante ver este tipo de coisa acontecendo. Resumidamente, o Senado contratou o serviço de exibição de um banner de menos de 200 pixels por 48 mil reais mensais, por um ano. Posteriormente, as informações foram alteradas, tirando-se o termo que dava a entender que o contrato era mensal

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Terrorismo dietético

eu clico pouco em banners, mas este me chamou a atenção, pois certa vez eu fiz um aplicativo que media o IMC (índice de massa corpórea) e queria dar uma olhada se andaram fazendo algo interessante por aí. Assim, eu cheguei ao site do Cyberdiet, coloquei meus dados e vi que havia algo de errado. Meus avançados conhecimentos de IMC lembram que 25 é o número mágico antes do qual você está bem e acima dele você passa a ter a necessidade de emagrecer.
Pois bem, o meu resultou em 23.52 (abaixo, portanto), a régua da ilustração de fato mostra que estou no peso normal. Entretanto eu ganhei uma sugestão de peso ideal com 2kg a menos do que tenho, o que eu acho louvável.
Aparentemente tem até um programa de redução de peso que vai me ajudar a chegar lá em apenas 2 semanas. Uau!

Mas a mensagem logo abaixo dizendo que eu estou na faixa de peso classificada como obesidade, que eu suponho ser um erro do aplicativo, é um daqueles erros que poderia acabar com a auto-estima de muita gente que bota o coração na balança toda vez que vai se pesar.

Tente você mesmo, e veja se você também é obeso sem ser. #fail para você, Cyberdiet.

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A revista Veja – não é novidade – há muito tempo assume uma postura de fazer de cada notícia uma bandeira de seus interesses políticos. É hoje claramente, escancaradamente, um panfleto que critica o governo do PT e tenta apoiar grupos de extrema direita (que, em parte, explicam a própria história da revista) . Pra quem acha perseguição, aqui está uma comparação de capas recentes que foi espalhada pelo twitter e resolvi registrar aqui.

Comparem os dois pesos e duas medidas usadas nas matérias sobre as chuvas trágicas sobre SP e RJ (claro, referindo-se  a um suposto escândalo da prefeitura de Niterói, do PDT). Acho que a Veja tenta usar muito a ideia de que o brasileiro tem memória curta, mas não é tão curta assim também, certo?

Em São Paulo, raro fenômeno da natureza...

...e no Rio, claro, um "esquema".

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Annie Leonard, que já havia produzido o excelente Story of Stuff (cujo link existe permanentemente no meu blog na coluna da direita), acaba de lançar um outro vídeo sobre uma temática extremamente importante e pouco tocada acerca da escassez de água no planeta.

Em The Story of  Bottled Water (A História da Água Engarrafada), Annie nos lembra neste esquecido Dia Mundial da Água o quanto somos levados a acreditar que engarrafar água para vender é uma comodidade tola que resulta num amontoado de lixo impressionante e evita que governos em todo o mundo invistam para que as pessoas possam simplesmente ter água potável no bico de suas torneiras, de graça. É uma realidade distante, porém se pessoas como eu e vocês sequer pensarmos nesta possibilidade, muito menos os farão empresas e governos a quem este ciclo interessa.

Ainda sem tradução para o português. Tentar o novo recurso de transcrever o áudio no Youtube (clicando no botãozinho CC) trará muita coisa errada, mas pode ajudar a visão geral do que é dito, a quem tiver dificuldade com o idioma.

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Ele passaria no exame

Ele passaria no exame

Tem coisas na vida que o acaso nos faz ficar distantes da reflexão. Minha relação com a carteira de habilitação certamente foi uma delas… até hoje.
Já desde criança, e até hoje, eu ouço que as pessoas (muitas delas) compram a habilitação. Infelizmente isso chega a ser motivo de orgulho de quem faz. Só se esquecem que ao alimentar essa atitude, estamos armando o trânsito louco com pessoas completamente incapacitadas, e temo em tentar supor quantas pessoas já não morreram por aí apenas devido à imperícia de condutores mal-habilitados.
Ao tirar minha carteira com 18 anos em São Paulo, em setembro de 88, eu fiz parte de um eclipse daqueles que ocorrem uma vez a cada 100 anos:

1) por um brevíssimo período, o exame prático da época não tinha, sei lá por qual razão, o temido ‘teste de baliza'(*).
2) sem pedir nada, minha habilitação veio como categoria C, o que me habilita a dirigir veículos como ônibus e caminhões até uma determinada carga, sem jamais ter treinado pra isso (**).
3) Na época a renovação não era de 5 em 5 anos, mas a primeira vez se daria apenas quando a pessoa completasse entre 39 e 40 anos de idade (***)

(*) Por conta própria eu treinei exaustivamente na semana seguinte baliza com meus amigos, e ao menos disso ficou uma boa habilidade em estacionar um carro em vagas apertadas.

(**) Aprendi depois e tive a oportunidade de colocar em prática em raras ocasiões.

(***) Que era o meu caso, nesta primeira renovação de hoje, mais de 20 anos após tirar minha habilitação.

Pois bem, ao fazer parte hoje deste processo de renovação, em Fortaleza, tive que fazer uma prova em forma de testes sobre direção defensiva e pronto socorro, o que sempre achei legítimo quando ouvi falar que havia sido instaurado. (não existia na minha época, lembram?)
O fato é que a prova é um desafio pífio à inteligência humana, com questões altamente básicas e mal formuladas, que fizeram com que eu saísse do DETRAN com muito mais medo dos motoristas que circulam por aí do que eu tinha antes.
Vou citar apenas um exemplo, algo como:

Ao dirigir, você deve concentrar a sua atenção:

a) apenas para a frente
b) para a frente e para a direita
c) apenas para a esquerda
d) em todas as direções

… pra não citar coisas que desafiam o bom senso e jamais a lógica. Acertei as 30 questões, mas será que quem errou 5 ou 6 (nota de corte é 21) tem mesmo condições de enfrentar esse mundão aí fora?
Alô Brasil, será que é só aqui que este teste é assim ‘pra cumprir tabela’?

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Está pensando em mandar seus filhos pra uma viagem de avião desacompanhados? Então vale à pena ler o que passei recentemente.

Meus filhos de 15, 11 e 9 anos passaram as férias de julho aqui comigo em Fortaleza-CE. Vivem próximo a Jundiaí-SP e embarcaram dia 11/07/09 no Aeroporto de Cumbica. Recentemente, a TAM adotou uma taxa referente ao serviço de atendimento a ‘menores desacompanhados’, ao custo de R$ 100,00 para cada menor de 12 anos desacompanhado, por trecho. Assim, ida e volta isso acabou onerando em mais R$ 400,00 as férias de meus filhos (sendo que esta informação não constava na agência quando comprei a passagem, mas isso é outra história).
Engraçado que meu filho de 15 anos paga passagem no valor de adulto, mas não pode ser um acompanhante responsável de seus irmãos, como na realidade acabou sendo.
O fato é que ao serem embarcados em Guarulhos, a mãe de meus filhos foi orientada a pagar a taxa e entregá-los a um funcionário no portão de entrada. Logo soube que eles seriam encontrados próximo ao raio-X, onde ela não tem acesso de entrada. Meu filho mais velho relatou que viu um funcionário da TAM e perguntou se era ele quem iria acompanhá-los até Fortaleza e ele foi sarcástico e repetiu aos risos como num desenho animado: “Simmmm, eu vou até Fortaleza com vocês…”. A verdade é que ele disse isso, virou-se e sumiu. Assim, meus filhos acessaram o portão de embarque sozinhos e tiveram inclusive que pegar um ônibus que levaria até o avião por eles mesmos. Detalhe importante é que além de tudo, conseguiram colocá-los em assentos não contínuos. Logo no começo do vôo, minha filha de 9 anos passou mal e vomitou no corredor. Meu filho mais velho chamou uma comissária, que botou a mão no rosto e disse: “Ah, não!”. Minha filha ficou sem qualquer tipo de atendimento, e a única preocupação da comissária foi limpar o corredor do avião. Meu filho (aquele, que não pode ser responsável) teve que levá-la ao banheiro e limpá-la sozinho)
Chegando a Fortaleza, meus filhos simplesmente ainda desembarcaram sozinhos e tiveram que desta forma apanharem a bagagem sem o auxílio de qualquer funcionário da TAM, abandonados à sua própria sorte dentro de um aeroporto onde circulam pessoas de todos os tipos.
Na volta, obviamente eu solicitei a dispensa do pagamento tendo em vista o que aconteceu, mas a supervisora não possuía esta autonomia, e somente o atendimento com o “Fale com o Presidente” pode me trazer algum reparo pelo erro cometido pela TAM. Ao menos tomaram um cuidado redobrado no procedimento na volta, pelo tanto de reclamações que fiz.
Prometo publicar aqui o desfecho deste caso lamentável. Enquanto isso, eu pensaria 2 vezes antes de mandar meu filho menor para um vôo desacompanhado por esta companhia.

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